Quase dois anos e meio depois…

23 03 2008

Em Outubro de 2005, postei o seguinte aqui no blog:

Qual é a música?

Por algum milagre alguma alma caridosa aí fora tem a letra de Mamoru Hito ga Iru, da Ai Orikasa? Não, já procurei no AnimeLyrics e não achei nada, também não tive sorte numa busca no Google. Provavelmente tem ela em algum site obscuro em japonês…

A música é bonita, e o estilo me lembra a trilha de Blue Seed ou Saber Marionette J. Tem toda a cara de trilha de anime, só não sei qual…

Bom, procurei, procurei e nunca achei a tal música ou a letra e me contentei com as poucas vezes que ela tocava na Japan-a-Radio. Até que hoje, conversando com um amigo, me lembrei dela e resolvi procurar de novo. Clica daqui, dali… achei a MP3! Mas tem um problema: vou ouvir e descubro que ela não é a música que eu queria, é instrumental (por isso nunca achei a letra). Bom, se o nome não é o que eu pensava, então qual é a bendita música?

Minha única pista era o anime (Saber Marionette J Again) e a cantora, então resolvo procurar na Wikipedia pelas músicas da trilha sonora cantadas pela Ai Orikasa (sim, devia ter feito isso há MUITO tempo). Acho uma chamada “Kage ni nare”. Essa tem MP3 fácil e até um clipe no YouTube. Vou conferir e… BINGO! FINALMENTE achei a bendita! Aproveitei, peguei o CD inteiro e já taquei no iPod.

E como diabos eu acabei passando um tempão procurando pela música errada? Simples, a tag na versão em streaming da Japan-A-Radio estava errada. Na listagem do CD, Mamoru Hito ga Iru vem logo antes da Kage ni Nare. Provavelmente na hora de copiar as tags alguém se embananou. Maldito Murphy, me pregou uma peça de novo!

Em tempo: tá aqui a letra





Queimando tudo

5 06 2007

Finalmente criei vergonha na cara e comprei o gravador de DVD que estava postergando há tanto tempo. É um Samsung SE-S184M externo, USB. De “brinde”, no Submarino, levei um tubo com 50 discos DVD-R da Memorex. A instalação não poderia ser mais fácil. Alias, que instalação? Foi só plugar na tomada, numa porta USB do Mac Mini e pronto. Sem drivers a instalar, sem software proprietário maluco. Posso queimar DVDs direto do Finder ou usar o Toast Titanium 7 (ou programas alternativos como o LiquidCD e Disco) se preferir. Porque tudo não pode ser fácil assim?

Tenho passado as noites frias (muito frias!) deste outono paulista dedicado ao velho projeto de passar toda minha coleção de animes de CDs de qualidade duvidosa pra DVD. Pra um nerd como eu, é uma delícia ver uma série como RahXephon “encolher” de 7 CDs para apenas um DVD. Desse jeito vou liberar muito espaço no rack (que já estava pedindo uma expansão) e acabar com várias caixinhas de CD livres para uso futuro.

O inconveniente é encontrar, de vez em quando, uma série perdida por causa de um CD ilegível. Mas nada que uma rápida passada no mininova e algumas horas de BitTorrent não resolvam, geralmente com resolução e extras melhores do que as versões que eu tinha: estou encontrando muitas das séries em arquivos .ogm ou .mkv, com dual-audio (inglês e japonês) e várias opções de legendas. Melhor, só num DVD original.

E para o problema com os CDs não se repetir nos DVDs, estou tomando providências. Já estou considerando caixinhas opacas (mídia óptica e luz solar não combinam, e todo meu apartamento pega bastante sol) e de olho na qualidade da mídia. Para isso, uso como referência a escala do Digital FAQ. Basta pegar uma mídia DVD suspeita, abrir seu programa de gravação favorito, pedir informações do disco e comparar o código do fabricante com a tabela para ver qual a reputação.

Os Memorex que vieram com o gravador são “segunda linha”, para uso geral. É difícil encontrar mídias “primeira linha” aqui no Brasil, e elas são bem mais caras. Mas um aviso: cuidado com as imitações. Algumas empresas alteram o código do fabricante no disco, e a única explicação para isso é a vontade de enganar o consumidor e passar um produto ruim como sendo de qualidade. Notei hoje que os discos DVD-R da Multilaser (baratinhos) se identificam como Tayo-Yuden, uma das marcas mais respeitadas (e caras) no mercado. Alguém acredita? Provavelmente são produtos da Infosmart ou Optodisc, marcas de “quarta linha” (lixo) conhecidas por falsificar IDs.





Konami na mídia

18 10 2006

No vigésimo episódio da segunda temporada da série de TV de Ah! My Goddess, Skuld decide criar um “duplicador de espaço” para expandir uma das salas do templo e poder acumular um monte de tralha. Achando que não é suficiente, Keiichi e Belldandy resolver aumentar o espaço, mas erram a dose e tornam a sala infinita.

Pensando em modos de resgatar os dois, Urd e Skuld começam a bolar idéias. Urd pergunta a Skuld se não dá pra “resetar” o duplicador. Skuld diz que sim, mas é preciso um código: cima, cima, baixo, baixo, esquerda, direita, esquerda, direita e “set” duas vezes. Soa familiar?

É uma variante do famoso código da Konami. E não é a única referência aos videogames no episódio: a unidade de controle do duplicador é um joypad de Super Famicom. E o quarto da Skuld é cheio de consoles, geralmente ligados por cabos e usados como algum tipo de “plataforma de desenvolvimento”. Enfim, coisas que só os nerds sabem apreciar :P

Em Seoul: Tempo nublado, 22 graus.