Sabadão, resolvi fazer uma aventura em Sta. Ifigênia com dois fudebas, o Jurczyk e o Robson França, pra tentar reencontrar um velho amigo: um Megadrive. Explico: no começo do mês, caí em um momento banana e comprei de um colega de trabalho a “coletânea” completa de Streets of Rage. Todos os três cartuchos, originais, na caixinha e com manuais. O problema: não tenho mais um Megadrive. Daí a peregrinação.

A série completa: Europeu, Japonês e Americano.
Na primeira loja que tento, tropeço com um Megadrive do Milhão. 80 contos, mas não simpatizei muito. Se não me engano, a placa daquilo é baseada na Genesis 3 da Majesco, e não tem expansão pra Mega CD nem é compatível com o 32x. OK, não tenho nenhum dos dois, mas vai que um dia…
Na mesma loja, acho um Megadrive 2 japonês. Uma etiqueta colada avisa “Só roda alguns jogos” (claro, é travado) e indica o preço, salgados R$ 100,00. Não, obrigado. E lá vou eu bater perna de novo. Na Eletromil, encontro um Megadrive 1 japonês, igual ao que eu tinha na década de 90, embalado com 2 controles de três botões e a fonte. Pergunto o preço e descubro a pechincha: módicos R$ 59,00, sem contar um descontinho (R$ 5,00) por causa da falta do cabo A/V (alienígena, claro). Bato mais perna e finalmente acho um cabo A/V “alternativo” por R$ 10,00. Quebra o galho, missão cumprida.
Chego em casa, ligo o console… beleza, funciona! Claro, não roda o Streets of Rage 3, já que o cartucho norte-americano tem trava de região e o console é japonês. Dá-lhe Google pra achar instruções de como destravar o console: lembro-me que na década de 90 mandei destravar meu Mega, operação que na época deve ter custado uns 40 contos. Achei as instruções, só preciso de três fios e uma chavinha liga-desliga, moleza absoluta.

O console, destravado. A modificação consiste nos três fios e a chave.
Modificação feita… beleza, funciona que é uma maravilha! Agora só preciso de uma última coisa: limpar os controles que vieram com o console, que estavam em estado lastimável. Depois de algumas horas de molho em água e sabão e uma escovada de leve, estão usáveis. Ficam de backup, na jogatina do dia-a-dia prefiro usar um seis botões zerinho que tenho guardado aqui em casa há pelo menos uns 5 anos.
Com tudo pronto, finalmente posso matar a saudade e jogar. Tem algo de diferente entre jogar em um Megadrive de verdade, com controles de verdade e ligado a uma TV de 21″, e um emulador no Mac com controle de Mac e um LCD de 17″. Sei lá, talvez sejam as lembranças da infância misturadas… Agora me dêem licença, que tenho que livrar a cidade do Mr. X e sua escória. Será que não dá pra chamar os personagens pra dar uma voltinha no Brasil não?




Bare Knuckle é FANTÁSTICO. O primeiro, só, com a trilha sonora anos 90 e o cara do E-Swat e a possibilidade de roubar a cadeira do vilão e virar chefão da máfia. Uma década depois ainda não inventaram coisa melhor em termos de beat’em up.
Pensando melhor, o Ryuu ga Gotoku (PS2) é uma implementação bem bacana em 3D do conceito. A primeira que vejo, sinceramente. E eu antipatizo bastante com jogos 3D, então o fato de gostar deste não é pouca coisa.
Ah, veja também o streets of rage remake que uns caras fizeram. Ele é “modernizado” demais pro meu gosto e tem muita vibe de bare knuckle 2/3, mas ei, ainda é bare knuckle, e está decente.
Olá Rigues, beleza?
Tá tudo certo, só um detalhe: meu sobrenome é FRANÇA, não Teixeira…
Abraços
Eita! Foi mal aí Robson! Não sei de onde tirei o Teixeira
Socorro!!!!
Em dezembro comprei um MP4 1G, não é fostom, mas é um clone do Nano da iPOD, a marca é MP34 modelo FG38. Preto, veio com um CD Digital audio player driver.
Detalhe, qdo chega em 512 mb, não copia mais nenhuma musica e a bateria so dura 4 horas, ligado direto. Não quero colocar videos nele, so musicas, mas não consigo por mais de 512 mb, pq acontece isso? o que tenho que fazer?
Se puder me responder no email agradeço, pois nem sei como cheguei ao seu blog, foi de tanto fuçar e procurar alguem que possa me dar uma ajuda.
Obrigado desde já.
Lílian