Revolução no Blog!

25 07 2006

Depois de quatro anos no Blogger, resolvi radicalizar e mudar o sistema de gerenciamento de conteúdo de meu blog. Depois de mais de 700 posts, algumas das limitações do Blogger já estavam começando a me irritar. O escolhido foi o WordPress: além de ser gratuito e poderoso, gostei bastante da interface de administração.

A migração até que foi rápida: a maior parte do trabalho levou apenas algumas horas (depois que peguei o jeito), e ficaram só os ajustes finos para depois (como colocar títulos nos posts antigos, lá de 2003). De quebra ainda consegui consertar de uma vez só todos os links para imagens: muitos estavam quebrados, e ainda apontavam pro primeiro host no Terra.

O WordPress ainda tem uma outra vantagem: ele fornece estatísticas de acesso ao blog, razovelmente detalhadas. Com isso me livro do WebTrends e seus malditos pop-ups intrusos que estavam infestando o site ultimamente. Infelizmente não posso mais usar o AdSense, mas aquilo era uma experiência que ia demorar para dar resultado mesmo :)

Coloquei um redirecionador na URL antiga apontando para cá, mas por favor atualizem seus bookmarks. E que venham os próximos quatro anos!





Coragem

25 07 2006

Como sou uma pessoa que adora uma novidade e - digitalmente falando - gosta de viver perigosamente, resolvi mandar o bom-senso às favas, transformar meu notebook em um legítimo porquinho-da-índia e carregá-lo com o que há de mais novo (leia-se betas) em software da… Microsoft. Sim, vocês ouviram direito. Instalei o Vista Build 5456, o Office 12 Beta[1], Internet Explorer 7 Beta 3, Windows Media Player 11 Beta e mais alguns programas não tão instáveis assim. O resultado?

Estou confessamente surpreso. Embora meu notebook[2] esteja abaixo das especificações do Vista (ele pede 1 GB de RAM, 120 GB de HD, aceleradora 3D com DirectX 9), o sistema rodou muito bem, obrigado. Sem os efeitos 3D, mas rodou. Está perfeitamente usável, mesmo com múltiplos aplicativos (IE, WMP, Office) abertos ao mesmo tempo. O tempo de boot é de menos de um minuto e, em vez de desligar, a ação padrão do sistema é hibernar o notebook. Como resultado, quando eu preciso “ligar” o bichinho ele já está pronto pra trabalhar em questão de 10 segundos (cronometrados).

Também gostei de outras coisas como o fato do sistema “esconder” compartilhamentos quando entra numa rede desconhecida e do ReadyBoost, uma espécie de “swap” em um chaveiro USB que você pode habilitar quando pluga ele na máquina. Isso ajuda bastante o desempenho quando a máquina tem pouca RAM. E olhem só, o Paint agora salva, por padrão, imagens em PNG! BMP, você já vai tarde!!

Quanto ao Office, a interface nova é MUITO estranha à primeira vista, mas você se acostuma e começa a produzir rapidinho. Gostei da barra de ferramentas global separada por tarefa e das paletas flutuantes sensíveis ao contexto que aparecem quando você seleciona uma imagem, célula de planilha ou bloco de texto. Ficou muito mais fácil encontrar os recursos que você quer (e eles geralmente estão nos lugares esperados) e tem até WordCount na barra de status (excelente pra mim). Ah, e o Word agora exporta para PDF nativamente (já não era sem tempo). Infelizmente não posso falar sobre o Excel, taí um programa para o qual nunca dei a mínima. Nunca gostei de planilhas, e isso desde os tempos do SuperCalc e Lotus 1-2-3.

Estou usando a máquina um pouquinho a cada dia e vou escrever um relatório mais detalhado. Quando ficar pronto posto aqui no blog.

[1] - Em breve mais perto de vocês do que vocês imaginam. Algo assim como… na esquina ;)
[2] - Positivo M25: Celeron M 1.4 GHz, 512 MB de RAM, 40 GB de HD, Vídeo Intel GMA915 não suportado em modo 3D pelo Vista.





Culpa da tecnologia

25 07 2006

Pendrives são uma das maravilhas do mundo moderno. Tenho um de 256 MB, da Lenovo, que é bem pequeno e uma mão na roda. Uso ele pra levar arquivos de casa pro trabalho, da minha máquina na editora pro PCLab, trazer coisas de Curitiba pra cá, e às vezes até pra transferir arquivos entre as duas máquinas na minha mesa da sala (dependendo do tamanho do arquivo, o pendrive pode ser mais rápido que a rede interna de 10 Mb/s).

Pra não esquecer essa pequena maravilha tecnológica por aí, pendurei ele no chaveiro com as chaves de casa. Genial não? Pra onde eu for ele vai estar sempre comigo, já que estou sempre com as chaves. Só nunca parei pra pensar no que aconteceria no dia em que eu esquecesse o pendrive plugado em algum canto, como… hã… hoje.

Cheguei em casa, fui tirar as chaves do bolso e na hora me veio à cabeça uma imagem: o pendrive plugado direitinho na traseira de uma máquina no PCLab, dentro de uma sala trancada no prédio provavelmente vazio da editora. E nem que eu voltasse lá pra buscar não ia adiantar: sou um dos poucos que tem a chave da tal sala. Guardo ela muito bem, aliás… no chaveiro com as chaves de casa e o pendrive. Dãããã!!!

A solução foi chamar um chaveiro pra arrombar minha própria casa. E cá estou: P*** da vida, R$ 50,00 mais pobre e precisando de uma nova fechadura pra porta da sala. E a culpa é da Tecnologia! Se os pendrives não existissem, isso nunca teria acontecido :P

UPDATE - 16/07/2006: Ontem a fechadura deu dor-de-cabeça de novo. Depois de abrir, o chaveiro ficou de voltar e trocar, pra não dar problemas. Não voltou, e deu. Ela travou no meio do caminho, não abria nem fechava, e não soltava a chave. Tive que chamar OUTRO chaveiro (óbvio que não achei o maldito da primeira vez) pra arrancar a chave e trocar tudo de uma vez. Prejuízo, incluindo fechadura nova: mais R$ 60,00