OK, ok, eu confesso: sou viciado em videogames portáteis, e sofri mais um momento banana no último fim de semana.
Fui com a Camila ao Stand Center, com um objetivo claro em mente: ver os preços de um Gameboy Micro. Sim, eu já tenho um Gameboy Advance, mas o micro tinha duas vantagens: tamanho, mais fácil de carregar por aí, e tela iluminada (porém menor), excelente pras minhas inúmeras viagens de ônibus*.
No primeiro stand, o susto: mais de quatrocentos reais. Eles também tinham o novo GBA SP, com a tela melhor (similar à do Micro e do Nintendo DS), por um preço um pouco menor. Como não gosto do formato do SP (não dá pra segurar aquilo direito tendo mãos grandes), continuei procurando.
Mais alguns stands à frente, novos GBA Micro. Dessa vez com preços muito mais acessíveis. Achei o melhor de todos, e de repente… vi um Nintendo DS na prateleira. Pedi pra olhar, perguntei o preço, ponderei… puxa, não tá tão caro assim. E agora, qual dos dois eu levo? Saí e me sentei um pouco pra pensar, Camila me ajudou a pesar os prós e contras… acabei me decidindo pelo DS. Não foi muito difícil, só precisei me lembrar de uma coisa: Dawn of Sorrow! (que com certeza será um dos meus tradicionais presentes de Natal para mim mesmo).

Nintendo!
O console é realmente fantástico. As duas telas são extremamente brilhantes e nítidas (a diferença é quase como pular da tela amarela e borrada do Gameboy Original pra tela colorida do Gameboy Color), e a tela sensível ao toque funciona MUITO bem. O jogo incluso (uma demo do Metroid Prime) mostra bem os vários recursos do sistema: gráficos 3D, tela sensível ao roque, emulação de controle analógico (com a stylus de dedão) e multiplayer sem fio (que ainda não testei). A prova de fogo vai ser amanhã, em uma viagem de ônibus de pelo menos 6 horas a Ctba. Sei que a tela vai se sair bem, como será que a bateria se sai?
Antes que perguntem: Sim, aquilo na foto é mesmo um bonequinho do Mario. Encontrei ele à venda por quatro reais em uma lojinha em Poços de Caldas e não resisti. Engraçado que só descobri horas depois que ele faz barulho se você chacoalhar. Pelo jeito Mario se adaptou vem à vida em SP: quando não está salvando a Princesa Peach ou frustrando o último plano do Bowser, ele gosta de bater papo com o SuperTux.

It’s me, Mario!




Eu não me arrependi de ter conseguido um cartucho flash no mercadolivre. Até estaria disposto a comprar jogos originais, mas não acho jogos japoneses por aqui. Parece que pra GBA só importam releases americanos ou europeus! A maioria dos jogos que eu gosto só saem no Japão, e mesmo os que saem em inglês eu prefiro no original. Importar do playasia em dólares com a taxa de 60% não rola. *suspiro*
De qualquer forma, meu EZ-Flash 512Mb cai muito bem com meu fiel GBA SP “Classic”, com as cores do NES original.